Em um país que abriga mais de 300 povos indígenas e preserva 274 línguas vivas, mas onde apenas uma pequena parte das escolas consegue oferecer currículos alinhados às culturas originárias, surge uma resposta concreta às falhas históricas do sistema educacional brasileiro: as Escolas Vivas.
Fortaleza recebe, pela segunda vez, o projeto “LÊ PRA MIM?”, iniciativa que há 15 anos promove encontros literários com crianças de escolas públicas em...
O podcast ALFA-EJA Transforma Brasil: o podcast freiriano já está no ar, celebrando o legado de Paulo Freire e a importância da Educação de Jovens e Adultos (EJA) na transformação de vidas e realidades.
Um novo e preocupante alerta soa para o futuro do Brasil: a crescente falta de interesse dos jovens pelas carreiras de engenharia pode comprometer seriamente a capacidade de inovação e a competitividade do país. Segundo uma nova pesquisa nacional, apenas 12% dos estudantes do ensino médio têm a intenção de cursar Engenharia, o que equivale a 2,3 milhões de jovens. O levantamento, encomendado pelo Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) e realizado pelo Instituto Locomotiva com 1.150 estudantes, revela um cenário alarmante para setores estratégicos.
A participação da Educação de Fortaleza na XV Bienal Internacional do Livro do Ceará será marcada por uma importante ação de valorização dos profissionais da Rede Municipal de Ensino: a Prefeitura irá distribuir 15.382 “cardlivros”, um crédito no valor de R$ 200 por educador, destinado à aquisição de livros e materiais pedagógicos diretamente com os expositores do evento. A iniciativa representa um investimento público de R$ 3,08 milhões e reafirma o compromisso com a formação continuada e a valorização do magistério.
Mandela Pod é um podcast que tem como foco a educação antirracista, buscando preencher essa lacuna ao promover debates e reflexões sobre as dinâmicas raciais no espaço acadêmico. Os treze episódios produzidos até agora aborda temas como cultura afro-brasileira, empreendedorismo negro, branquitude, samba e educação, intolerância religiosa, escritores negros e educação antirracista. A ideia é sensibilizar estudantes e professores, incentivando uma mudança de mentalidade em relação à raça e à educação, segundo a idealizadora Luiza Mandela.
Em um país que abriga mais de 300 povos indígenas e preserva 274 línguas vivas, mas onde apenas uma pequena parte das escolas consegue oferecer currículos alinhados às culturas originárias, surge uma resposta concreta às falhas históricas do sistema educacional brasileiro: as Escolas Vivas.