Enquanto a COP30 acontece em Belém do Pará, um dos temas mais estratégicos em debate é a criação de uma política tributária que fortaleça a bioeconomia amazônica. A proposta, liderada pela Associação dos Negócios da Sociobioeconomia (ASSOBIO), busca transformar a floresta em pé em um ativo econômico competitivo — e não apenas simbólico.
Em um país que abriga mais de 300 povos indígenas e preserva 274 línguas vivas, mas onde apenas uma pequena parte das escolas consegue oferecer currículos alinhados às culturas originárias, surge uma resposta concreta às falhas históricas do sistema educacional brasileiro: as Escolas Vivas.