Os setores culturais e criativos responderam por 3,11% das riquezas geradas no país em 2020, movimentando cerca de R$ 280 bilhões. O percentural é maior que o da participação no setor o automotivo, que respondeu por 2,1% das riquezas do país em 2020. Além disso, entre 2012 e 2020, o Produto Interno Bruto (PIB) da Economia da Cultura e das Indústrias Criativas (ECIC) apresentou crescimento superior (15,5%) ao PIB integral (1%).
Em Fortaleza, no mês em que a cidade fez 300 anos vivemos esse imaginário realizado em projetos que se desenvolvem junto (e como efeito) desta orquestras de ações do poder público, dos grupos e artistas independentes e da criatividade da categoria de agentes e instituições que tecem experiências de produção de cinema em Fortaleza.
A arte urbana ganha destaque em um dos principais corredores financeiros de Fortaleza com a inauguração da nova agência da Sicredi na Aldeota. O espaço traz como um de seus principais elementos visuais um mural exclusivo assinado pela artista multimídia Gabi Rodrigues, reforçando o diálogo entre cultura local e ambiente corporativo.