Sabrina Cabral é uma jovem de vinte e poucos anos que quer mudar o mundo. Entre um estudo e outro - ela cursa Engenharia Civil na Universidade Federal do Ceará - ela tenta usar suas habilidades para criar projetos de impacto social voltado para meninas, como ela, jovens e periféricas, que buscam apeanas uma oportunidade para protagonizar grandes histórias. Recentemente, Sabrina foi selecionada para um microfinanciamento concedido pelo programa MIT SOLV [ED], do renomadíssimo Instituto de Tecnologia de Massachusetts (EUA). Esse recurso será destinado a um projeto criado por ela, o Ruma.
Uma pesquina inédita, liderada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) revela a prevalência de 33% de anemia ferropriva (aquela causada por falta de ferro) em crianças brasileiras de zero a sete anos. Ou seja, 1/3 das crianças do país estão anêmicas.
Com a alta temporada de verão e as festividades de início de ano, o Brasil enfrenta um aumento exponencial no uso de óleo vegetal em residências, hotéis e restaurantes. No entanto, o que deveria ser apenas um insumo culinário está se tornando um dos maiores gargalos ambientais e econômicos do país devido ao descarte irregular.
Terceira edição do evento ocupou o Museu da República com quatro dias de cultura, diálogo inter-religioso, economia criativa ancestral e fortalecimento das matrizes africanas
Os fãs da estética etérea e das mensagens profundas da cantora AURORA já têm data marcada para um encontro especial nas telonas. Nos dias 4 e 8 de março, a rede UCI exibe o filme-concerto “AURORA: What Happened To The Earth?”, um registro monumental em 4K que captura a essência da maior apresentação solo da carreira da artista.
Com o início do ano letivo de 2026, educadores e gestores escolares ganham um reforço estratégico para qualificar o ensino na base. A Escola Fundação Itaú anunciou o lançamento do curso “Letramento matemático na Educação Infantil”, uma formação gratuita e 100% online desenhada para transformar a maneira como a matemática é introduzida para crianças na pré-escola.
ANÁLISE – O ano de 2026 marca um ponto de ruptura na comunicação digital. Após anos de saturação, o público atingiu um estado de fadiga crônica, onde o consumo desenfreado de posts não se traduz mais em conexão real. Para marcas e agências, o desafio agora não é apenas ser visto, mas ser lembrado em meio ao "ruído" da Inteligência Artificial.