Em um país que abriga mais de 300 povos indígenas e preserva 274 línguas vivas, mas onde apenas uma pequena parte das escolas consegue oferecer currículos alinhados às culturas originárias, surge uma resposta concreta às falhas históricas do sistema educacional brasileiro: as Escolas Vivas.
O Ceará tem mais de 600 mil jovens que "nem estudam nem trabalham" (grupo social também conhecido com nem-nem). Como forma de contribuir para redução desse número, o municipio de Caucaia, na Região Metropoltiana de Fortaleza, lançou um programa chamado Ninho de Desenvolvedores. A ideia, segundo o poder público local, é fomentar o desenvolvimento tecnológico, ao mesmo tempo em que qualifica e gera a inserção da população no mercado de trabalho.
Criar a sala de aula do futuro. Essa é a principal proposta do Centro de Tecnologias e Criatividade (CTC), um espaço para experimentação de práticas pedagógicas inovadoras. Inaugurado na noite desta segunda-feira (18) na cidade de Castilho, o CTC é uma iniciativa do programa Mercury Gerando Futuros, ação de responsabilidade social da empresa de energia Mercury Renew com consultoria executiva da produtora cearense Quitanda Soluções Criativas.
Batizada de Pode Espalhar, a iniciativa busca reunir influenciadores, comunicadores populares e militantes digitais que já atuam na produção e compartilhamento de conteúdos sobre políticas públicas, democracia e temas de interesse da população brasileira.
Nova regra da dona do Instagram, Facebook e Threads vale para publicações monetizadas e parcerias com marcas; contas que descumprirem a medida podem ser banidas permanentemente.
Em Fortaleza, no mês em que a cidade fez 300 anos vivemos esse imaginário realizado em projetos que se desenvolvem junto (e como efeito) desta orquestras de ações do poder público, dos grupos e artistas independentes e da criatividade da categoria de agentes e instituições que tecem experiências de produção de cinema em Fortaleza.